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Forte presença portuguesa no festival de cinema de Viena

 Nove filmes portugueses ou de produção portuguesa, de realizadores como Teresa Villaverde, Helena Estrela e Eugène Green, integram o Festival Internacional de Cinema de Viena, que começa no dia 25.

De acordo com a programação final, anunciada na terça-feira à noite, a Viennale exibirá o documentário “O termómetro de Galileu”, de Teresa Villaverde, sobre o realizador italiano Tonino de Bernardi, a curta-metragem “Bela Mandil”, de Helena Estrela, com ecos numa lenda algarvia, e os já anteriormente anunciados “Chuva é cantoria na aldeia dos mortos”, de João Salaviza e Renée Nader Messora, e “Diamantino”, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt.

O festival irá ainda mostrar, numa passagem pela história do cinema português, uma cópia restaurada de “A ilha dos amores”, filme de Paulo Rocha de 1982 inspirado na vida do escritor Wenceslau de Moraes.

Há ainda várias coproduções com Portugal: a curta-metragem “Como Fernando Pessoa salvou Portugal”, do norte-americano Eugène Green – que se estreou na semana passada em Portugal -, “Rei Sol”, do espanhol Albert Serra, “Juventude”, filme de 2016 de Julien Samani, e “Noite de cão” (2008), numa evocação do realizador Werner Schroeter, falecido em 2010.

Todos estes filmes já estiveram – e foram premiados – noutros festivais, mas alguns são ainda inéditos em sala em Portugal, nomeadamente “Chuva é cantoria na aldeia dos mortos”, de João Salaviza e Renée Nader Messora, e “Diamantino”, primeira longa-metragem de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt.

O Festival Internacional de Cinema de Viena termina a oito de novembro.