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Mike Araújo desperta o interesse dos grandes do Luxemburgo

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O BOM DIA, pela voz do treinador de futebol Paulo Gomes, foi ao encontro de Maike Araújo jogador do FC Canach, equipa que disputa a primeira liga do campeonato de futebol luxemburguês.

Como te sentiste na vitória após o regresso de um castigo de quatro jogos imposto pela Federação e dez dias pelo próprio Canach?

Senti-me feliz, marquei um golo e fiz uma assistência. Conseguimos a primeira vitória em 2015, portanto quer coletivamente mas mais ainda individualmente senti satisfação pelo resultado mas sobretudo pela revolta que estava dentro de mim devido a ter sido castigado injustamente.

O Canach vai assegurar a manutenção numa época marcada pela irregularidade?

Penso que vamos conseguir, temos valores individuais suficientes para isso, esta vitória vai trazer ainda mais motivacão para o resto do campeonato a todo o grupo.

Quais os motivos que encontras para essa irregularidade?

Uma equipa de futebol depende de vários fatores. Depende da preparação, da constituição do plantel, das condições que esse plantel tem para por em prática todo o seu potencial, do apoio que o mesmo tem da sua direção, da preparação (este ano não nos preparamos convenientemente), portanto os nosso resultados são o reflexo de tudo isso e daquilo que temos trabalhado ao longo do ano.

Em termos individuais ainda tens ambições? Fala-se do interesse de alguns clubes da BGL League…

É verdade que fui abordado por dois ou três clubes mas não posso confirmar os nomes. Ainda me sinto em condições óptimas para jogar nas melhores equipas, sou ambicioso, faço uma vida regrada, e agora conto terminar a época em grande forma e quem sabe chegar a uma equipa de topo aqui no Luxemburgo.

Em termos particulares estás bem adaptado ao Canach?

Vivo e trabalho em Canach, gosto muito de aqui estar. Tenho vindo a investir muito na minha carreira de chofer, em cursos de línguas assim como na carta de “bus” e esse é o meu grande objetivo para quando terminar o futebol, se possível na Emille Weber, mas não excluo a hipótese de ser noutra empresa.

Entrevista de Paulo Gomes