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Americanos bombardeiam fábricas de armas químicas na Síria

Donald Trump anunciou, esta madrugada, que autorizou “bombardeamentos de precisão” na Síria, como resposta ao uso de armas químicas contra civis. Foram destruídos armazéns e, pelo menos, um centro de investigação relacionados com armas químicas. Ação não foi coordenada com a Rússia, mas teve apoio francês e inglês.

A operação foi realizada em coordenação com Reino Unido e França, revelou o presidente dos EUA, numa declaração ao país. Os ataques foram ordenados contra “alvos relacionados com as armas químicas” do governo sírio, referiu.

A primeira-ministra britânica, Theresa May, já confirmou o envolvimento britânico, afirmando que “não havia uma alternativa praticável ao uso da força”. No entanto, May fez questão de sublinhar que não se trata de uma “mudança de regime”, mas evitar o uso de armas químicas contra civis. Segundo a BBC, o envolvimento britânico terá passado pelo uso de quatro aviões Tornado equipados com mísseis.

Emmanuel Macron também confirmou o envolvimento francês na coligação com os EUA, garantindo que se trata de uma “resposta limitada à capacidade do regime sírio em produzir e usar armas químicas”. “Não podemos tolerar a normalização do uso de armas químicas”, afirmou. Síria e Rússia negam que o ataque químico tenha acontecido.

O Pentágono revelou, em conferência de imprensa, que o ataque já terminou e que foi uma ação única, não se tratando de uma operação de longo prazo. As ações desta noite não foram coordenadas com a Rússia, revelou o chefe do Estado Maior dos EUA, o general Dunford.